O paradigma da separação entre o saber científico e a prática do direito levantou uma problemática latente no ambiente jurídico: a carência de investimentos em metodologia da pesquisa jurídica em outros espaços não acadêmicos.
Não há como negar que o conhecimento científico se oponha ao senso comum. Ele é um mecanismo que concede ao homem uma visão mais aprofundada da realidade ao seu redor.
Aliás, você deve perceber que a teoria e a prática são aspectos complementares na sua atuação profissional. Não por acaso, a base teórica é o pilar que sustenta a sua argumentação jurídica e é o instrumento que estimula a construção de mais conhecimento.
Em outras palavras, a metodologia da pesquisa jurídica contribui para a construção de um conhecimento científico que segue normas rígidas para a resolução de problemas.
Mas, com os novos fenômenos sociais, a busca pelo desenvolvimento do conhecimento e a chegada da tecnologia na solução de problemas no direito, a metodologia da pesquisa jurídica ficou num patamar diferente. Com a proliferação de bancos de dados e mecanismos de buscas online, não é nenhuma surpresa que esteja havendo uma precarização da pesquisa jurídica.
Como resultado, surgiram novas dificuldades para o seu desenvolvimento, sobretudo no Brasil. Infelizmente, a pesquisa jurídica ainda não avançou como se esperava no cenário, mesmo seguindo as mesmas lógicas de outras ciências sociais aplicadas.
Por isso, nesse artigo vamos falar sobre o que é metodologia da pesquisa jurídica, qual a verdadeira função da pesquisa jurídica, os seus pilares, e como se apossar dos conhecimentos desenvolvidos na academia no escritório do futuro.
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